MINISTÉRIO PARA UMA VIDA FELIZ

Missionária Fraina de Selari

fraina10@hotmail.com


Estimada amiga; é para mim um prazer receber sua visita em minha página. Estamos atuando em um Ministério que visa alcançar vidas através da Palavra de Deus! Nossa Missão é orientar e  instruir a tantas Servas de Deus  a exercerem seu ministério e vida familiar e assim para que, por meio do que escrevemos e publicamos, serem edificadas pelo Espírito Santo.  Estamos  tambem trabalhando com a Igreja Asamblea de Dios - Mision Hispana em São Paulo - Ministerio do Belém , oferecendo aos imigrantes latinos uma palavra de orientação e esperança! Orem por nossa Missão e escreva-nos. Será para nós uma alegria imensa, receber seu email. Escreva-nos, faça seus comentários, envie-nos  seus pedidos de oração e estaremos unindo nossas forças  como mulheres de Deus, dispostas a profetizar para esta geração! Deus te abençoe!


Página da Mulher de Deus - UOL Blog


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ESTAMOS TRABALHANDO PARA DEUS!

Em nossa Igreja, estamos sempre acompanhando o crescimento e a benção para a família!



Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h16
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 PALAVRAS DE DEUS PARA MULHERES UNGIDAS!

 

                                             O caráter da mulher de Provérbios

1)           Ela é digna da confiança do seu marido (Pv. 31:11a). “O coração do seu marido confia nela (...)

 2)           Ela age de forma firme e resolvida (Pv. 31:17). “Cinge seus lombos de força e fortalece os seus braços”.

(3)           Sabe que sua responsabilidade não tem hora (Pv. 31:18a). “...sua lâmpada não se apaga de noite”.

(4)           Suas atitudes revelam segurança absoluta (Pv. 31:21). “No tocante a sua casa não teme a neve, pois todos andam  de lã escarlate”.

(5)           As ações desta mulher são o adorno de seu marido. (Pv. 31:23) “Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciões da terra”.

(6)           A família desta mulher se sente orgulhosa por causa das suas ações, (Pv. 31:28,29) “Levantam-se seu filhos, e lhe chamam ditosa, seu marido a louva dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas”.

(7)           A visão desta mulher em relação ao futuro é otimista e confiante. (Pv. 31:25) “A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações”.

(8)           Esta mulher não age apenas no espaço doméstico, suas ações também acontecem publicamente.Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público louvarão as suas obras”.

(9)          Ela manifesta generosidade dentro e fora de sua casa. (Pv. 31:12,20) “Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado”.

(10)      Ela é criativa e cheia de iniciativa. (Pv. 31:16) “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho”.

(11)      Ela é diligente e tem capacidade administrativa. (Pv. 31:15)

(12)       Sensível,  Moderada, Competente, Tem ambição. (Excelência deve ser a ambição de toda mulher.), Classe e Fineza.

 



Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h15
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O CARINHO DA CONGREGAÇÃO LATINA EM SÃO PAULO ONDE PASTOREAMOS, NO ANIVERSÁRIO DA MISSIONARIA FRAINA DE  SELARI


MAIS PALAVRAS DE DEUS PARA MULHERES UNGIDAS!

QUANDO JESUS ESTA EM NOSSA CASA!

                                                                      Marcos 2:1-12

1.     Quando Jesus está em casa logo os vizinhos ficam sabendo.

 

(1)   Não pode haver incoerência entre a verdade que eu prego e a vida que eu vivo.

(2)   A presença d’Ele na família deve provocar mudanças radicais.

(3)   A presença d’Ele na família deve impactar as famílias ao redor.

 

2.     Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar atrativo.

 

(1)   O que é inferno? Ausência absoluta de Deus. O que é céu, presença de Deus.

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3.     Quando Jesus está em casa, a Palavra é anunciada.

 

(1)   A presença de Jesus é proporcional ao valor que se dá à sua Palavra.

(2)   Quanto menos Palavra, menos presença d’Ele.

(3)   Qual é o lugar da Palavra do Senhor em sua vida, casamento, família etc?

(4)   Paulo disse: “Que a Palavra de Deus habite em vós abundantemente”. (Cl 3:16)

 

4.     Quando Jesus esta em casa, o perdão é liberado.

 

(1)   Quanto mais intensa for a presença de Jesus, mais perdoador eu vou me tornando.

(2)   Onde Jesus está, reina a “graça de Deus”.

 

5.     Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar de cura.

 

(1)   A graça tem poder curador.

(2)   O perdão liberta a alma e sara o corpo.

Tudo o que o homem fizer na tentativa de edificar a família, mas excluir o Senhor será provisório, temporário etc. Quando Jesus é o Senhor que edifica, é definitivo, pois ele  quem disse: “Sem mim nada podeis fazer...”

 

 


 

 



Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h13
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Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h12
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Dependência emocional: a base da relação violenta

No último século, houve importantes mudanças no mundo ocidental, que resultaram numa razoável independência financeira e maior individualidade da mulher. Porém, houve uma defasagem nesta evolução, com a manutenção da crença compartilhada de que pessoas precisam da companhia, da atenção e do amparo umas das outras, como se fossem frágeis por natureza. Isto resultou na manutenção da imaturidade emocional de muitos adultos, especialmente no ambiente familiar, o que é definido como dependência emocional.

E por que isto é um problema? Porque quanto mais severa a dependência, mais a pessoa tende a colocar as suas possibilidades de escolha e ação nas mãos do outro. Um segundo motivo é que, assim como a criança se fixa na mãe, o dependente tende a se fixar num companheiro, como se este fosse a sua salvação e passa a exigir que este supra as suas necessidades. Além disto, ele sofre de baixa auto-estima, sentimento de inferioridade e de não merecimento, baixa autoconfiança, pouco autoconhecimento e incompetência para administrar as próprias emoções etc. Sintetizando, esta é uma composição “altamente explosiva”, pois suas conseqüências nas relações, especialmente nas afetivas, podem ser graves.

A prevalência é maior entre as mulheres porque elas aprendem a dar mais importância às relações desde criança. No início de um namoro, a dependência pode parecer natural, inofensiva e até mesmo agradável. Num plano consciente ou não, esta mulher tem a expectativa de ser cuidada e protegida pelo parceiro, ou seja, deposita nele as funções de um pai, o que demonstra sua imaturidade. Mais adiante, um sinal do distúrbio se dá quando ela freqüentemente faz jornada dupla de trabalho, tendo que cuidar da casa, dos filhos e da alimentação da família, além do seu trabalho externo. Este é um exemplo de quanto o machismo ainda está presente na sua intimidade.

Mas, o que explica isto? Por que esta mulher não negocia firmemente com seu companheiro a administração da casa e da família? Parece um direito tão óbvio! Aparentemente, ela nem se dá conta de quanto compactua com o machismo, oferecendo estas vantagens ao companheiro. Analisando-se, nota-se que este esforço ou sacrifício já é um fruto da dependência emocional, da sua crença de que precisa daquele homem para ser feliz e do seu medo de perdê-lo. Isto também faz com que ela ceda a outras vontades, jogos ou imposições do companheiro. Assim, colocando-se como dependente ou infantil, ou seja, numa posição hierarquicamente inferior na relação, ela abre uma brecha perigosa para o abuso de poder por parte do parceiro, isto é, o início do processo da violência psicológica e/ou física.

Por outro lado, o preço que ela cobra para ceder tanto são as exigências citadas anteriormente, de cuidados, proteção, fidelidade e amor. No entanto, ele tem condições de supri-la?

Observando-se a dinâmica do homem que se torna violento na relação afetiva, o que talvez seja mais difícil de notar, especialmente no início da relação, é que ele também é emocionalmente infantil. O fato é que ele assume defensivamente um papel de superior ou arrogante, visando justamente esconder esta fragilidade ou dependência. No entanto, uma análise mais acurada mostra que ele também vive a crença de precisar “daquela mulher” para se sentir bem e seguro.

Um sinal desta dependência é o processo constante de dominação da parceira à sua vontade. Quando ela cede, ele se sente confortável, o que funciona como prova de que ela continua nas mãos dele e vai continuar atendendo às suas necessidades. Porém, o alívio é momentâneo, pois a insegurança dele vai ressurgir e ele vai pedir outra prova. O processo vai se agravando, especialmente quando ela “acorda” e tentar escapar das suas garras. Por tudo isto, nota-se então que ele, não só não tem condições psicológicas para suprir sua companheira, como funciona como egoísta e carrasco, para manter este status de comandante e superior na relação.

As conseqüências destes desencontros entre expectativas e ações são muitas frustrações, confusão, sentimento de injustiça, medos, ressentimentos, conflitos, ódio, hostilidades, desespero, competição pelo poder ou pela posse desta mulher e um contexto absolutamente favorável à violência física. Quando a situação chega a este nível de gravidade, o mais comum é que os dois sofram de séria dependência emocional e isto explica por que nenhum deles consegue sair da relação doente, mesmo quando notam que ela pode levá-los a um fim desastroso.

A boa notícia é que é possível curar este distúrbio. Para isto, uma pessoa precisa reconhecer que o problema está em si mesma e procurar ajuda através de livros sobre o tema da co-dependência, de psicoterapia especializada, de um grupo de mútua ajuda como o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) etc. Um passo fundamental é que deverá aprender a tirar o parceiro do centro da sua atenção 24 horas por dia e a centrar-se mais em si mesma e a suprir as suas necessidades de cuidados e de realização com seus próprios recursos, em vários aspectos da vida, não só amoroso e familiar. Ela iniciará um caminho de autodescoberta, especialmente do seu próprio poder para sentir mais prazer em viver momentos sem seu parceiro, sozinha ou com outras pessoas.

A saída está em permitir o amadurecimento emocional, responsabilizando-se pela própria vida e não pela do outro, comprovando que uma pessoa pode viver bem sozinha. Uma pergunta-chave que ela passará a fazer, quando se sentir desconfortável, é “o que posso fazer por mim?”. diferentemente da ladainha mental anterior de “o que ele(a) deve fazer por mim?”.

Enfim, o roteiro para sair desta relação violenta é a pessoa retomar o seu poder para se cuidar, assegurar-se em si mesma e achar seus próprios caminhos para tornar-se realmente realizada. Assim, tornando-se emocionalmente independente e adulta ela não mais precisará da companhia, da atenção e do amparo de um parceiro e sim quererá usufruir destes aspectos de um bom relacionamento porque são muito bons e saudáveis.



Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h08
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Escrito por ministerio para uma vida feliz às 12h29
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Escrito por ministerio para uma vida feliz às 17h53
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Escrito por ministerio para uma vida feliz às 17h47
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