MINISTÉRIO PARA UMA VIDA FELIZ

Missionária Fraina de Selari
Estimada amiga; é para mim um prazer receber sua
visita em minha página. Estamos atuando em um Ministério que visa
alcançar vidas através da Palavra de Deus! Nossa Missão é orientar e
instruir a tantas Servas de Deus a exercerem seu
ministério e vida familiar e assim para que, por meio do que escrevemos e
publicamos, serem edificadas pelo Espírito Santo. Estamos tambem
trabalhando com a Igreja Asamblea de Dios - Mision Hispana em São Paulo -
Ministerio do Belém , oferecendo aos imigrantes latinos uma palavra de
orientação e esperança! Orem por nossa Missão e escreva-nos. Será para
nós uma alegria imensa, receber seu email. Escreva-nos, faça seus comentários,
envie-nos seus pedidos de oração e estaremos unindo nossas forças
como mulheres de Deus, dispostas a profetizar para esta geração! Deus te
abençoe!
|
|
|
. . ;
. . . .
. ; . . . ESTAMOS ATUALIZANDO NOSSA PAGINA AGUARDEM!! Clique no PLAY acima para ver o VIDEO
ESTAMOS TRABALHANDO PARA DEUS! Em nossa Igreja, estamos sempre acompanhando o crescimento e a benção para a família! Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h16 [] [envie esta mensagem]
PALAVRAS DE DEUS PARA MULHERES UNGIDAS!
O caráter da mulher de Provérbios 1) Ela é digna da confiança do seu marido (Pv. 31:11a). “O coração do seu marido confia nela (...) 2) Ela age de forma firme e resolvida (Pv. 31:17). “Cinge seus lombos de força e fortalece os seus braços”. (3) Sabe que sua responsabilidade não tem hora (Pv. 31:18a). “...sua lâmpada não se apaga de noite”. (4) Suas atitudes revelam segurança absoluta (Pv. 31:21). “No tocante a sua casa não teme a neve, pois todos andam de lã escarlate”. (5) As ações desta mulher são o adorno de seu marido. (Pv. 31:23) “Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciões da terra”. (6) A família desta mulher se sente orgulhosa por causa das suas ações, (Pv. 31:28,29) “Levantam-se seu filhos, e lhe chamam ditosa, seu marido a louva dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas sobrepujas”. (7) A visão desta mulher em relação ao futuro é otimista e confiante. (Pv. 31:25) “A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações”. (8) Esta mulher não age apenas no espaço doméstico, suas ações também acontecem publicamente. “Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público louvarão as suas obras”. (9) Ela manifesta generosidade dentro e fora de sua casa. (Pv. 31:12,20) “Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. Abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado”. (10) Ela é criativa e cheia de iniciativa. (Pv. 31:16) “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho”. (11) Ela é diligente e tem capacidade administrativa. (Pv. 31:15) (12) Sensível, Moderada, Competente, Tem ambição. (Excelência deve ser a ambição de toda mulher.), Classe e Fineza.
Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h15 [] [envie esta mensagem] O CARINHO DA CONGREGAÇÃO LATINA EM SÃO PAULO ONDE PASTOREAMOS, NO ANIVERSÁRIO DA MISSIONARIA FRAINA DE SELARI MAIS PALAVRAS DE DEUS PARA MULHERES UNGIDAS! QUANDO JESUS ESTA EM NOSSA CASA! Marcos 2:1-12 1. Quando Jesus está em casa logo os vizinhos ficam sabendo.
(1) Não pode haver incoerência entre a verdade que eu prego e a vida que eu vivo. (2) A presença d’Ele na família deve provocar mudanças radicais. (3) A presença d’Ele na família deve impactar as famílias ao redor.
2. Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar atrativo.
(1) O que é inferno? Ausência absoluta de Deus. O que é céu, presença de Deus. . 3. Quando Jesus está em casa, a Palavra é anunciada.
(1) A presença de Jesus é proporcional ao valor que se dá à sua Palavra. (2) Quanto menos Palavra, menos presença d’Ele. (3) Qual é o lugar da Palavra do Senhor em sua vida, casamento, família etc? (4) Paulo disse: “Que a Palavra de Deus habite em vós abundantemente”. (Cl 3:16)
4. Quando Jesus esta em casa, o perdão é liberado.
(1) Quanto mais intensa for a presença de Jesus, mais perdoador eu vou me tornando. (2) Onde Jesus está, reina a “graça de Deus”.
5. Quando Jesus está em casa, a casa se torna um lugar de cura.
(1) A graça tem poder curador. (2) O perdão liberta a alma e sara o corpo. Tudo o que o homem fizer na tentativa de edificar a família, mas excluir o Senhor será provisório, temporário etc. Quando Jesus é o Senhor que edifica, é definitivo, pois ele quem disse: “Sem mim nada podeis fazer...”
Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h13 [] [envie esta mensagem] Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h12 [] [envie esta mensagem] Dependência emocional: a base da relação violenta No último século, houve importantes mudanças no mundo ocidental, que resultaram numa razoável independência financeira e maior individualidade da mulher. Porém, houve uma defasagem nesta evolução, com a manutenção da crença compartilhada de que pessoas precisam da companhia, da atenção e do amparo umas das outras, como se fossem frágeis por natureza. Isto resultou na manutenção da imaturidade emocional de muitos adultos, especialmente no ambiente familiar, o que é definido como dependência emocional. E por que isto é um problema? Porque quanto mais severa a dependência, mais a pessoa tende a colocar as suas possibilidades de escolha e ação nas mãos do outro. Um segundo motivo é que, assim como a criança se fixa na mãe, o dependente tende a se fixar num companheiro, como se este fosse a sua salvação e passa a exigir que este supra as suas necessidades. Além disto, ele sofre de baixa auto-estima, sentimento de inferioridade e de não merecimento, baixa autoconfiança, pouco autoconhecimento e incompetência para administrar as próprias emoções etc. Sintetizando, esta é uma composição “altamente explosiva”, pois suas conseqüências nas relações, especialmente nas afetivas, podem ser graves. A prevalência é maior entre as mulheres porque elas aprendem a dar mais importância às relações desde criança. No início de um namoro, a dependência pode parecer natural, inofensiva e até mesmo agradável. Num plano consciente ou não, esta mulher tem a expectativa de ser cuidada e protegida pelo parceiro, ou seja, deposita nele as funções de um pai, o que demonstra sua imaturidade. Mais adiante, um sinal do distúrbio se dá quando ela freqüentemente faz jornada dupla de trabalho, tendo que cuidar da casa, dos filhos e da alimentação da família, além do seu trabalho externo. Este é um exemplo de quanto o machismo ainda está presente na sua intimidade. Mas, o que explica isto? Por que esta mulher não negocia firmemente com seu companheiro a administração da casa e da família? Parece um direito tão óbvio! Aparentemente, ela nem se dá conta de quanto compactua com o machismo, oferecendo estas vantagens ao companheiro. Analisando-se, nota-se que este esforço ou sacrifício já é um fruto da dependência emocional, da sua crença de que precisa daquele homem para ser feliz e do seu medo de perdê-lo. Isto também faz com que ela ceda a outras vontades, jogos ou imposições do companheiro. Assim, colocando-se como dependente ou infantil, ou seja, numa posição hierarquicamente inferior na relação, ela abre uma brecha perigosa para o abuso de poder por parte do parceiro, isto é, o início do processo da violência psicológica e/ou física. Por outro lado, o preço que ela cobra para ceder tanto são as exigências citadas anteriormente, de cuidados, proteção, fidelidade e amor. No entanto, ele tem condições de supri-la? Observando-se a dinâmica do homem que se torna violento na relação afetiva, o que talvez seja mais difícil de notar, especialmente no início da relação, é que ele também é emocionalmente infantil. O fato é que ele assume defensivamente um papel de superior ou arrogante, visando justamente esconder esta fragilidade ou dependência. No entanto, uma análise mais acurada mostra que ele também vive a crença de precisar “daquela mulher” para se sentir bem e seguro. Um sinal desta dependência é o processo constante de dominação da parceira à sua vontade. Quando ela cede, ele se sente confortável, o que funciona como prova de que ela continua nas mãos dele e vai continuar atendendo às suas necessidades. Porém, o alívio é momentâneo, pois a insegurança dele vai ressurgir e ele vai pedir outra prova. O processo vai se agravando, especialmente quando ela “acorda” e tentar escapar das suas garras. Por tudo isto, nota-se então que ele, não só não tem condições psicológicas para suprir sua companheira, como funciona como egoísta e carrasco, para manter este status de comandante e superior na relação. As conseqüências destes desencontros entre expectativas e ações são muitas frustrações, confusão, sentimento de injustiça, medos, ressentimentos, conflitos, ódio, hostilidades, desespero, competição pelo poder ou pela posse desta mulher e um contexto absolutamente favorável à violência física. Quando a situação chega a este nível de gravidade, o mais comum é que os dois sofram de séria dependência emocional e isto explica por que nenhum deles consegue sair da relação doente, mesmo quando notam que ela pode levá-los a um fim desastroso. A boa notícia é que é possível curar este distúrbio. Para isto, uma pessoa precisa reconhecer que o problema está em si mesma e procurar ajuda através de livros sobre o tema da co-dependência, de psicoterapia especializada, de um grupo de mútua ajuda como o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) etc. Um passo fundamental é que deverá aprender a tirar o parceiro do centro da sua atenção 24 horas por dia e a centrar-se mais em si mesma e a suprir as suas necessidades de cuidados e de realização com seus próprios recursos, em vários aspectos da vida, não só amoroso e familiar. Ela iniciará um caminho de autodescoberta, especialmente do seu próprio poder para sentir mais prazer em viver momentos sem seu parceiro, sozinha ou com outras pessoas. A saída está em permitir o amadurecimento emocional, responsabilizando-se pela própria vida e não pela do outro, comprovando que uma pessoa pode viver bem sozinha. Uma pergunta-chave que ela passará a fazer, quando se sentir desconfortável, é “o que posso fazer por mim?”. diferentemente da ladainha mental anterior de “o que ele(a) deve fazer por mim?”. Enfim, o roteiro para sair desta relação violenta é a pessoa retomar o seu poder para se cuidar, assegurar-se em si mesma e achar seus próprios caminhos para tornar-se realmente realizada. Assim, tornando-se emocionalmente independente e adulta ela não mais precisará da companhia, da atenção e do amparo de um parceiro e sim quererá usufruir destes aspectos de um bom relacionamento porque são muito bons e saudáveis. Escrito por ministerio para uma vida feliz às 18h08 [] [envie esta mensagem] .
Escrito por ministerio para uma vida feliz às 12h29 [] [envie esta mensagem] . Escrito por ministerio para uma vida feliz às 17h53 [] [envie esta mensagem] CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ENTRAR NA PAGINA DO PASTOR ESEQUIEL SELARI http://pr.esequielselari.zip.net
Escrito por ministerio para uma vida feliz às 17h47 [] [envie esta mensagem] |